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Assédio moral
Perante um contexto socioeconĂłmico marcado por constante mudança, globalização, rĂĄpida evolução tecnolĂłgica, competitividade e flexibilidade de emprego, a que acrescem, a nĂ­vel organizacional, as fusĂ”es e reorganizaçÔes empresariais e as exigĂȘncias acrescidas de polivalĂȘncia/eficiĂȘncia funcional, tem-se assistido Ă  emergĂȘncia de novos riscos laborais, de natureza psicossocial, especificamente o assĂ©dio moral no trabalho. Dadas as graves consequĂȘncias para a saĂșde dos indivĂ­duos, alvo dos comportamentos hostis associados a este fenĂłmeno, e as consequĂȘncias para as empresas, (v.g. absentismo, quebras de produtividade, frustração e baixa motivação no trabalho) tem vindo a ser realizada crescente investigação neste domĂ­nio, nomeadamente a nĂ­vel europeu.

A Organização Internacional do Trabalho considera o assĂ©dio moral, a par do stress, “burnout” e alcoolismo, como um dos riscos emergentes para a saĂșde e segurança dos trabalhadores em todo o mundo (ILO, 2004). De acordo com a Resolução do Parlamento Europeu sobre assĂ©dio moral no local de trabalho (2339/2001 (INI)), o assĂ©dio moral constitui um risco potencial para a saĂșde dos indivĂ­duos, conduzindo frequentemente a doenças relacionadas com stress laboral. Adicionalmente, o Parlamento Europeu entende que o assĂ©dio moral constitui um problema grave da vida laboral quotidiana e, na perspectiva do combate ao assĂ©dio moral e sexual no local de trabalho, exorta o Conselho e a ComissĂŁo Europeia a incluĂ­rem indicadores quantitativos, referentes ao assĂ©dio moral, nos indicadores de qualidade de emprego, e os Estados Membros..
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